A ELITE GLOBAL MONTA UM CAVALO AMARELO - OLHAR CONSERVADOR

segunda-feira, 30 de maio de 2022

A ELITE GLOBAL MONTA UM CAVALO AMARELO

 Horse of the Apocalypse - Dorothy Berry-Lound



por Delmo Fonseca


Às favas com os escrúpulos. É dessa forma que a elite global tem se comportado no encontro DAVOS 2022  - Fórum Econômico Mundial, que acontece na Suíça. Embora pareça um fenômeno recente, esse comportamento tem sido, em vários casos, a prática constante de personalidades como Bill Gates, por exemplo. Em 2017, durante sua participação na Conferência de Segurança de Munique, outro fórum mundial em que se discutia políticas de segurança, o fundador da Microsoft afirmou que a comunidade internacional deveria se preparar para a possibilidade de uma epidemia que poderia exterminar até 30 milhões de pessoas em apenas um ano. Segundo ele,  "essa ameaça deveria figurar junto com uma guerra nuclear e as mudanças climáticas como as três principais ameaças à humanidade.” 


 Em 2019, a  inescrupulosa sanha por mortandade escalou para uma simulação de 65 milhões de vítimas num período de 18 meses em razão de uma pandemia. A simulação macabra, designadaEvent 201”, fora realizada em outubro em Nova Iorque, pelo Johns Hopkins Center for Health Security em parceria com o Fórum Económico Mundial e a Fundação Bill & Melinda Gates. À época, o Johns Hopkins Center for Health Security afirmou num comunicado: Não estamos a prever que o surto de Covid-19 mate 65 milhões de pessoas”. Se a simulação obedecia a um planejamento ou não,  o que se tem notícia é que em março de 2022, levantamento do mesmo Johns Hopkins apontou que mais de 6 milhões de pessoas morreram de Covid-19 no mundo. Ao que parece os números foram frustrantes para Bill Gates, que não hesitou em dizer que "a próxima pandemia vai ser mais mortal do que a covid”. 


SOLVE  ET COAGULA


A visão catastrofista da elite global, ao que tudo indica, se dá por uma necessidade de controle populacional. E várias ações seguem nesta direção, desde as tentativas de legalizar o aborto até o apoio à legalização das drogas. Uma pesquisa com os dependentes de crack feita em 2013 pela Fundação Oswaldo Cruz em todo o Brasil indicou que a expectativa de vida do indivíduo diminui quando ele é viciado nessa substância. Estima-se que o início do consumo e a morte aconteçam em até oito anos. Isso quer dizer que, se alguém começa a usar crack aos 20 anos, a expectativa é de que morra antes dos 30. Há de se perguntar: todas estas ações são propositais? As evidências apontam para a intencionalidade de tornar o mundo um lugar caótico a fim de ser remodelado segundo os novos padrões acordados por esta elite. 


O "Great Reset” ou a “Grande Reinicialização”, longe de ser uma pantomima política, se configura como a agenda principal dos líderes globalistas a ser implementada antes de 2030. Eles sugerem um mundo sem liberdades individuais para o populacho, sendo um privilégio apenas dos habitantes do topo da pirâmide. Mas como empurrar o mundo para o abismo, implementar o caos se não por meio de guerras, pestilências e fome generalizada? E por que não fomentar todas estas mazelas ao mesmo tempo? Quando você tiver de fazer algum mal a alguém, faça-o todo de uma só vez. A dor será intensa, mas apenas uma. Já o bem, faça-o em parcelas. O favorecido ficará alegre e grato a você várias vezes” (Nicolau Maquiavel). Fatos como a guerra na Ucrânia, a varíola dos macacos e a crise de alimentos só corroboram a tese maquiavélica em curso. Toda essa estratagema de igual maneira resgata a metodologia dos antigos alquimistas, que utilizavam o mote latino Solve et Coagula (Dissolver e Coagular), com a finalidade de modificar o estado da matéria. Por esta razão a elite global tem mandado às favas todos os escrúpulos, a exemplo do que disse António Guterres, secretário-geral da ONU, a despeito do conflito entre russos e ucranianos:  "Ameaça levar dezenas de milhões de pessoas à insegurança alimentar, seguida de desnutrição e fome em massa e escassez de alimentos, em uma crise que pode durar anos”. A cúpula de Davos não tem discutido outra coisa senão “métodos de dissolução”, maneiras de implementar mais flagelos à humanidade a fim de apresentarem novas formas de coagulação mais à frente. 


O CAVALO AMARELO


Com fins de ampliar a leitura desse fenômeno, importa traçar um paralelo com a revelação sobre os desdobramentos dos últimos tempos relatada no livro do Apocalipse. O narrador apresenta um  livro lacrado com sete selos que descrevem um período de grande tribulação. Cada selo apresenta um conjunto de situações que tornam esse período insuportável devido o seu grau de tirania e opressão. No entanto, o quarto selo se impõe como o recorte mais figurativo para o paralelo aqui traçado: "Quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: Vem! E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra” (Ap 6.7-8 ARA). 


Embora o texto não tenha pretensões exegéticas, faz-se necessário elucidar alguns pontos: A palavra grega para amarelo é chloros, da qual se deriva o termo cloro.” Essa palavra geralmente se refere a uma cor verde clara.” Em outro ponto do Apocalipse (8.7), ela é usada para falar da vegetação. Os antigos usavam esse termo para se referir à decomposição da morte. Até mesmo o historiador grego Tucídides, no século quinto antes de Cristo, aplicou-o à aparência de pessoas morrendo por uma epidemia. Posto isso, a cor amarela narrada pelo autor do Apocalipse fazia alusão a uma a aparência de moribundo. Outro fato que se destaca é que esse quarto cavaleiro é o único que recebe um nome: Morte. Porém este cavaleiro não seguia sozinho, o Inferno lhe fazia companhia. “… e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”.  As mortes teriam quatro causas distintas: espada, fome, mortandade e feras. Impressiona o fato de  que Ezequiel já profetizara sobre essas mesmas causas durante o cativeiro dos judeus na Babilônia cerca de 592 a.C. a 570 a.C. Nesse caso o juízo era contra Jerusalém: "Porque assim diz o Senhor Deus: Quanto mais, se eu enviar os meus quatro maus juízos, a espada, a fome, as bestas-feras e a peste, contra Jerusalém, para eliminar dela homens e animais?” (Ez 14.21 ARA). 


A VIDA É MAIS FORTE


Em se tratando do texto apocalíptico aplicado aos nossos dias, fica evidente que há um prenúncio da chegada do quarto cavaleiro e seu companheiro, pois há uma tentativa de mergulhar o mundo numa fome generalizada a fim de que a população seja reduzida. Pode-se se perguntar: mas por que alguém iria dizimar um quarto da população, seja por guerra, fome ou pandemias? Quando olhamos a realidade a partir de uma ordem natural não encontramos sentido, mas a elite global enxerga a realidade a partir de sua visão distópica, onde a cultura busca apagar todos os traços da natureza. De forma inescrupulosa a elite denomina esse fenômeno de “Novo normal”. Quando esse cavaleiro irá chegar? Ninguém sabe ao certo, mas o cheiro putrefato de seu cavalo já pode ser sentido por olfatos mais sensíveis, aqui e alhures. Diante de tais previsões só nos resta a preparação  para o bom combate, com a esperança de que ao fim a Vida triunfará.



FONTES:


https://fenasaude.org.br/noticias/bill-gates-alerta-para-o-risco-de-uma-pandemia-mundial-matar-ate-30-milhoes-de-pessoas-em-um-ano.html


https://observador.pt/2020/03/18/como-os-especialistas-simularam-uma-pandemia-no-final-de-2019/


https://g1.globo.com/saude/coronavirus/noticia/2022/03/07/mundo-ultrapassa-6-milhoes-de-mortes-por-covid-19-diz-universidade.ghtml


https://exame.com/ciencia/proxima-pandemia-mortal-covid-bill-gates/


https://www.grupoaguiar.org/blog/drogas/quanto-tempo-vive-um-usuario-de-craque-e-como-posso-ajuda-lo/16


https://news.un.org/pt/story/2022/05/1789662


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