FUJAM PARA AS MONTANHAS, GLOBALISTAS! - OLHAR CONSERVADOR

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

FUJAM PARA AS MONTANHAS, GLOBALISTAS!

 

Colunista do IL diz que globalismo é apenas “teoria conspiratória” –  Boletim da Liberdade


por Delmo Fonseca


Em 2016, quando o então candidato Donald Trump ousou disputar a Casa Branca, sabia que estava mexendo com marimbondos. Não bastassem os Clintons, precisava vencer a resistência de seus próprios correligionários republicanos.  Trump também sabia que o jogo era bruto, no entanto sua força tinha sido forjada no fogo do capitalismo selvagem e esse  jogo político precisava ser jogado por um conservador destemido. Dado ao fato de que a mídia, as big techs e os democratas radicais encaravam as eleições presidenciais como “favas contadas”, agiram de modo a considerar tudo sob controle. O choque de realidade aconteceu quando perceberam que a maioria do eleitorado americano designou seu voto naquele que era considerado um outsider. A partir daí as consequências foram danosas para o establishiment, pois o roteiro traçado para o sucessor de Obama previa um alinhamento com os defensores da Nova Ordem Mundial, os famigerados globalistas.  


OLAVO TEM RAZÃO 


Para economizar explicação sobre o que é “globalismo”, apresento esta definição precisa do filósofo Olavo de Carvalho: "Que o globalismo é um processo revolucionário, não há como negar. E é o processo mais vasto e ambicioso de todos. Ele abrange a mutação radical não só das estruturas de poder, mas da sociedade, da educação, da moral, e até das reações mais íntimas da alma humana. É um projeto civilizacional completo e sua demanda de poder é a mais alta e voraz que já se viu”. 

Ao que parece, o presidente americano estava certo de que sua presença na Casa Branca frustava o plano de governança global engendrado por George Soros, Bill Gate, Merkel, Macron e cia. Em 2019, discursando na reunião da 74ª Assembleia Geral da ONU, Donald Trump afirmou que o mundo enfrentava a “divisão essencial” que marcava a história entre "os que pensam que controlam o mundo e aqueles que defendem a condição de dirigir seus próprios destinos.” Segundo Trump, o globalismo exerceu uma influência religiosa sobre os líderes anteriores, fazendo com que estes ignorassem seus próprios interesses nacionais.  "Esses dias acabaram”, reiterou, pois o “futuro não pertence aos globalistas. O futuro pertence aos patriotas”.


GREAT RESET


As palavras do presidente dos Estados Unidos geraram a reação dos marimbondos globalistas na reunião seguinte do Fórum Econômico Mundial. Não satisfeitos com o projeto de governança global, os líderes do encontro propuseram  que o tema da reunião de cúpula de Davos em 2021 seria  "The Great Reset", ou seja, fomentaram a possibilidade de antecipar a implementação objetiva de uma "nova ordem social” que pudesse virar pelo avesso os valores ocidentais. Com o advento da pandemia do COVID-19, praga chinesa considerada pela atriz Jane Fonda como um “presente de Deus para a esquerda”, os globalistas estabeleceram como metas do "Grande Reinício” os seguintes pontos: 


• Eliminar todo o papel-moeda e utilizar a cripto moeda DES (Direitos Especiais de Saque), que já foi utilizada em 1970, 1979 e 2009 para injetar liquidez no sistema financeiro.

• Reforma tributária global com maiores impostos para fortunas, chegando a 90% para fortunas acima de US$ 2 bilhões.

• Criar dificuldades para as empresas moverem ativos para paraísos fiscais. Remover do mercado qualquer empresa ou organização que não seja “verde”, como a indústria da carne ou do petróleo.

• Estimular o consumo de produtos com o “selo verde”. Os governos devem dar preferência na lista de subsídios e cupons ao consumidor para esses produtos.

• Fomentar títulos verdes tanto quanto possível. Qualquer banco central que esteja considerando o uso de flexibilização quantitativa deve usar títulos verdes.

• Acabar com qualquer tipo de combustíveis fósseis em todo o mundo.

• Vacinação mandatória e passaporte mundial (APP) com rastreamento genético.


ENSAIO GERAL


A ideia de um “Grande Reinício” é apenas um upgrade do que fora discutido na reunião do Fórum de 2000.  O escritor norte-americano Lee Penn, em sua excepcional obra, “Falsa aurora: a iniciativa das religiões unidas, o globalismo e a busca por uma religião mundial” (Vide Editorial), afirma que "os planejadores do Fórum previram o surgimento de uma nova 'matriz cultural' e uma 'governança global'”.  Um ensaio do que está por vir pôde ser testado no período de pandemia: ascensão de tiranetes, restrição da mobilidade (“fique em casa”), combate à liberdade de expressão, relativismo da autoridade científica, fechamento de igrejas e escolas, distanciamento social, uso compulsório de máscara e disseminação do coletivismo em detrimento das garantias individuais. Os ajustes necessários à servidão voluntária está acontecendo na Europa com a falácia da segunda onda do vírus. Por que essa segunda onda não aconteceu na China, Rússia e países africanos comandados por ditadores sanguinários? E para validar o fim da democracia liberal com o objetivo de se adotar o regime político chinês,  implementam aos poucos o totalitarismo estatal como premissa da governança global. Se o Trump havia dito que o “futuro não pertence aos globalistas, mas aos patriotas”, é certo que o maior obstáculo ao “Grande Reinício” está lotado na Casa Branca. 

Sabe-se que os globalistas, se preciso, aliam-se até mesmo ao diabo para a obtenção do poder. E o que distingue um democrata liberal de um democrata revolucionário, é que o primeiro aceitas as regras do jogo e o segundo as despreza. Dessa forma, o poder dos globalistas se dá por usurpação e não por conquista. Seja por fraude eleitoral ou por meio de armas, a usurpação do poder é visto como uma ação revolucionária. Nesse momento os Estados Unidos experimentam um fato histórico jamais imaginado pelos defensores da democracia liberal, porém aventado por aqueles que há muito planejaram um regime totalitário, qual seja, uma “democracia” estabelecida pelas minorias. “A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão” (Aldous Huxley). 


NÃO VENCERÃO 


Os maribondos globalistas, com o apoio da mídia mainstream, big techs e Partido Comunista Chinês, mostram-se dispostos a usurpar o poder de Trump e entregá-lo a Joe Biden a fim de garantir a Nova Ordem Mundial. O que muitos não sabem é que esta luta também está sendo travada na esfera espiritual, algo que acontece desde a antiguidade. Segue este exemplo em que o profeta Daniel lutou contra um poderoso adversário: "Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu durante vinte e um dias. Então Miguel, um dos príncipes supremos, veio me ajudar a vencer o inimigo, porquanto não pude mais continuar ali com os reis da Pérsia. Assim, estou aqui agora para explicar-te o que acontecerá ao seu povo nos tempos futuros, pois a visão que tiveste se refere a dias ainda muito distantes.”  Portanto, a esperança de que os planos globalistas serão frustados não se repousa em estratagemas políticos ou golpe de sorte, mas na certeza de que o mal não triunfará. Esteja certo: todos fugirão para as montanhas.  



FONTES:


Penn, Lee. "Falsa Aurora: a Iniciativa das Religiões Unidas, o Globalismo e a Busca por uma Religião Mundial”. Campinas, SP: Vide Editorial, 2020. 


https://olavodecarvalho.org/a-revolucao-globalista/


https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2019-09/trump-destaca-que-o-futuro-nao-pertence-aos-globalistas


https://www.epochtimes.com.br/o-que-e-o-grande-reset-de-2021/


Bíblia Sagrada: Daniel 10.13-14 


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