OS INIMIGOS DA PÁTRIA DOBRARAM A APOSTA - OLHAR CONSERVADOR

terça-feira, 24 de março de 2020

OS INIMIGOS DA PÁTRIA DOBRARAM A APOSTA




por Delmo Fonseca
Muitos ignoram o quão
 esse “estado de coisas”
 é tão desejado pelos perdedores.

Não foi Bolsonaro quem convenceu a maioria dos eleitores a votar nele, mas a maioria dos eleitores é que se convenceu de que o candidato que melhor poderia encampar seus anseios seria o Bolsonaro. Se na prática estivéssemos realmente sob um regime democrático poderíamos constatar que os perdedores tirariam seu time campo e esperariam a nova eleição para tentar virar o jogo. Acontece que os perdedores não se conformaram com o resultado e, desde o primeiro dia, o novo governo tem lutado em várias frentes contra todo tipo de sabotagem e conspiração. A grande imprensa tem investido em desinformação, as redes sociais têm restringido a participação dos que apoiam o presidente, os partidos judicializam cada iniciativa que busca diminuir o tamanho do Estado, além do crescente ativismo judicial e o habitual “fogo amigo”. Os perdedores podem manobrar até retroescavadeiras a fim de atingir seus adversários, hordas de detentos podem sair saltitantes dos presídios, símbolos sagrados podem ser vilipendiados à vontade... nada disso escandaliza tanto quanto a frase “meninos veste azul e meninas vestem rosa”.


O CONTROLE DO ESTADO
A capacidade que os perdedores têm de superdimensionar o que é mau supera a vontade da maioria em propagar o que é bom. Afinal, o que os perdedores perderam? Em síntese pode-se afirmar que a grande perda está associada ao controle do Estado. Os perdedores acusam os que venceram de fascistas e autoritários, mas são eles que incorporam o “tudo no Estado, nada contra o Estado e nada fora do Estado”, do ditador italiano fascista Benito Mussolini. Os perdedores sempre se locupletaram dos impostos arrecadados pelo Estado, cabendo à classe média o custeio e aos pobres os serviços de má qualidade e o assistencialismo.

ESTADO MÍNIMO
O que os perdedores não esperavam, dentre estes as classes falantes - mídia, universidades, instituições de cultura -, é que a maioria dos eleitores estaria disposta a sair às ruas, se preciso, para apoiar as ações do novo governo. A essa maioria as classes falantes pejorativamente denominam de “bolsonaristas”, “bolsominons” e “robôs”, o que apenas confirma que essas classes viviam em bolhas patrocinadas pelas políticas estatais de viés socialista. Não há mais pudor por parte dos perdedores, pois estes sabem que na medida em que a vontade da maioria se impõe, mais a democracia se fortalece. E para a surpresa dos perdedores, a maioria optou pela diminuição do tamanho do Estado e o liberalismo econômico.  

 
O AVANÇO DOS PERDEDORES
Não satisfeitos com a vontade da maioria, os perdedores têm engendrado todo tipo de estratagema para destituir o presidente Bolsonaro. À guisa de um “parlamentarismo branco”, o presidente da Câmara dos Deputados tem se apresentado como primeiro-ministro; membros da Corte Suprema têm apresentado Projetos de Emenda Constitucional visando a implementação do semipresidencialismo, sem contar os infundados pedidos de impeachment de um presidente legitimamente eleito.
Passado um ano de governo e confirmado que todos os tiros saíram pela culatra, pois os indicadores econômicos melhoraram e até mesmo os índices de violência apresentaram quedas, os perdedores veem na pandemia do vírus chinês a “bala de prata” que finalmente poderá aniquilar o presidente. Para isso, governadores e prefeitos se unem com a finalidade de travar as atividades econômicas do país. Sabe-se que a maioria dos empregos são oferecidos por micro e pequenas empresas, que sem capital de giro, vendem o almoço para comprar o jantar. Essas mesmas empresas, a exemplo de restaurantes, hotéis, bares e lojas em geral, não têm condições de pagar um salário integral a seus funcionários em quarentena. Como atender aos que estão no mercado informal e não contam com nenhuma seguridade social?

DEUS ACIMA DE TODOS
A continuar por mais alguns dias essa paralisação da atividade econômica, as classes falantes incentivarão o povo a praticar saques e depredações, o que exigirá das autoridades medidas de repressão. No entanto, muitos ignoram o quão esse “estado de coisas” é tão desejado pelos perdedores. Estes investem no caos social para, enfim, destituírem o presidente Bolsonaro, o qual conta com o apoio da maioria dos eleitores que descobriram o significado de patriotismo. Ao mesmo tempo, esses mesmos eleitores têm observado a ação antipatriótica dos perdedores, que nos últimos dias dobraram a aposta com fins à queda do presidente e consequentemente sua política de diminuição do tamanho do Estado. Para tal não se furtam a recorrer até mesmo aos chineses que adotam o “tudo no Partido, nada contra o Partido e nada fora do Partido”. O Brasil está realmente em perigo, pois os inimigos da Pátria dobraram a aposta. Que Deus nos livre desse mal.


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